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Cartilha Bolsas de Estudo - A sua vaga na universidade
"A melhor herança que nós, agentes públicos, podemos
deixar para a juventude, é a educação."
Deputado Estadual Pedro Uczai
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Biocombustíveis
Energia renovável e alimento saudável
A Cartilha dos Biocombustíveis é uma produção do mandato do deputado Pedro Uczai. Ela traz o resumo e os textos, na íntegra, dos Projetos de Lei apresentados pelo parlamentar na área de Energia Renovável e Meio ambiente. Além disso, a obra reúne textos de especialistas na área e aborda o significado dos principais termos técnicos que envolvem o assunto. O objetivo é subsidiar o debate sobre uma política pública de incentivo à produção, industrialização e comercialização de energias renováveis em Santa Catarina , levando informações para pessoas, entidades e organizações da sociedade civil interessadas em contribuir para a criação desta política. (2007, 68 p.)
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Ademir Rosa
Paixão pela arte, paixão pela vida
Tempo presente. A história de Ademir Rosa exige o uso do tempo presente, assim como um bom texto escrito para o teatro, que, mesmo levado aos palcos em períodos históricos distintos, permanece sempre atual. Este livro é uma construção coletiva que pretende falar de um homem de ideais, sonhos e fé na luta por um projeto de sociedade justa e fraterna que nunca perderão a atualidade. É um livro que não trata da perda, mas da permanência, do carinho e da luta. Amigo intenso, ator apaixonado, humanista irredutível, militante aguerrido, sindicalista, autor. Filho, irmão, marido, vizinho, medroso, desafiador, bem humorado, filósofo do cotidiano, encrenqueiro, defensor da justiça, jogador de futebol do Unidos do Campeche. Vários e um só homem. Ademir está presente. Nem fraco, nem forte. Intenso. A obra reúne 22 textos sobre a vida de Ademir Rosa, escritos por amigos, profissionais do teatro e do cinema, sindicalistas, lideranças políticas e admiradores. (2007, 347 p.)
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Dom José Gomes: Mestre e aprendiz do povo
O livro aborda a trajetória de Dom José Gomes, o Bispo da Diocese de Chapecó que se transformou em um símbolo de luta e resistência contra a ditadura militar e as injustiças sociais, o que o tornou protagonista na criação e organização de grandes movimentos sociais que emergiram no oeste de Santa Catarina. A obra apresenta Dom José Gomes como um dos incentivadores e mobilizadores da luta coletiva e social, incluindo seu trabalho na presidência da Comissão Pastoral da Terra Nacional (CPT) e sua atuação como o primeiro presidente do Conselho Indigenista Missionário Nacional (CIMI). A obra apresenta a trajetória do Bispo que se confunde com a trajetória da própria região, as transformações e as grandes lutas travadas sobretudo nas décadas de 70 e 80 e no começo da década de 90. Além de manter a memória e a história construída por Dom José Gomes, Uczai espera que elas sirvam de experiência para novas lutas, novas organizações e novas utopias. É um um livro feito a várias mãos, onde todos que conviveram com Dom José Gomes tiveram a oportunidade de socializar seus escritos. Um texto carregado de significado, de sentido da luta, da resistência contra diferentes formas de dominação, mas também um livro carregado de esperança, de utopia e de profetismo. Um trabalho que aborda a trajetória de um grande mestre, mas que para ser um grande mestre foi antes um aprendiz do povo, sabendo falar com o povo e ouvir o seu clamor. (Ed. Argos, 2002, 329 p.) |
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Matematicamente incorreto
Matematicamente incorreto é um livro que dialoga sobre o parlamento enquanto um espaço de poder visto a partir de seu interior, com suas diferentes iniciativas. Entre elas estão as proposições legislativas do primeiro mandato do deputado Pedro Uczai que se transformara em lei, nos anos de 1998 e 1999. A obra promove um debate sobre a importância e o significado do parlamento, seu alcance e seu próprio limite na relação com a sociedade, seu papel e sua responsabilidade. Mas, ao mesmo tempo, qual o significado dele no sentido de mudar a vida das pessoas. Por isso, lança um debate teórico sobre o parlamento como mais um dos espaços contraditórios de disputa e de luta. Não como “o” espaço de luta ou do poder, mas como “mais um” dos espaços. Neste sentido, Pedro Uczai destaca o quanto a pressão da sociedade é fundamental para as conquistas, exemplificando como muitas leis somente foram aprovadas no parlamento catarinense graças à pressão e à mobilização social. Como o próprio nome já anuncia, a obra demonstra como é matematicamente incorreto afirmar que a minoria está fadada a perder sempre, e a maioria a ganhar sempre. As vitórias e as derrotas, segundo Uczai, estão dialeticamente ligadas com a conjuntura, a correlação de forças e o nível de pressão social. (Ed. Argos, 2001, 322 p.) |
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Os últimos 500 anos de dominação e resistência
A obra lançada em 2001 tem dois objetivos: primeiro, trazer à tona todo o processo de resistência, de organização dos movimentos sociais e de temas relacionados aos trabalhadores do campo e da cidade nos 500 anos de descobrimento do Brasil; segundo, desconstruir imaginários consolidados no senso comum ou na historiografia que trata da descoberta do Brasil no ano de 1500, o que dá a idéia de que anteriormente não existia história. Por isso, a obra questiona a visão eurocentrista de que o Brasil começou a existir para Portugual a partir de 1500. Além disso, promove um debate sobre os últimos 500 anos como um período marcado não apenas por dominação, opressão e repressão, mas também por muita resistência: de negros, mulheres, trabalhadores e vários grupos culturais. (Ed. Argos, 2001, 252 p.) |
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Chapecó: uma cidade transformada
Juntamente com Andréia Signori e Luciane Bosenbecker, Pedro Uczai apresenta as principais políticas públicas que transformaram o município de Chapecó nos oito anos do governo do PT. O título é uma menção às transformações ocorridas em várias áreas neste período: na área social, Chapecó saltou da 153ª para a 15ª posição em desenvolvimento social; na saúde, destacou-se entre as 11 melhores experiências do país; na educação, tornou-se referência no ano de 2000, quando 20% dos jovens e adultos que freqüentavam o ensino fundamental em Santa Catarina estavam em Chapecó; no desenvolvimento econômico, sendo o 4º PIB industrial do estado no ano de 2004. Por isso, “Chapecó: uma cidade transformada” demonstra que é possível aliar desenvolvimento econômico e inclusão social. A obra também apresenta os instrumentos de democracia direta que foram construídos ao longo de oito anos da administração pública municipal, como o Orçamento Participativo, Congresso da Cidade, fortalecimento dos conselhos, conferências, diferentes formas e instrumentos de democracia direta, além da democracia representativa que transformou Chapecó em uma cidade mais aberta, democrática e livre. Ao discorrer ainda sobre a importância da transparência na administração pública e a inversão de prioridades, a obra destaca como Chapecó se transformou em uma cidade com melhor distribuição de renda, mais dignidade humana e cidadania. (Ed. do autor, 2000, 383 p.) |
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